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Projetos do MPMS são premiados em concurso nacional de boas práticas

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) obteve reconhecimento nacional no XXVI Congresso Nacional do Ministério Público, realizado em Brasília, com a premiação de projetos institucionais que se destacaram pela inovação e pelo impacto social.

Na categoria “Resolutividade, Legitimidade e Eficiência”, o projeto “Acolhida”, de autoria das Promotoras de Justiça Renata Goya e Lívia Carla Guadanhim Bariani, conquistou o 3º lugar. A iniciativa foi valorizada por sua abordagem humanizada e intersetorial no atendimento a vítimas diretas e indiretas de homicídio, feminicídio e latrocínio. O projeto visa instituir um fluxo de atendimento integral, garantindo suporte técnico, emocional, jurídico e social, fortalecendo a rede de proteção e resgatando a dignidade das vítimas.

Já na categoria “Ministério Público, Unidade e Sociedade”, o projeto “AoJúri”, também de autoria das Promotoras de Justiça, foi premiado com o 3º lugar. A proposta promove acolhimento e orientação às vítimas diretas sobreviventes,  e vítimas indiretas de crimes contra a vida, traduzindo o rito do Tribunal do Júri em uma experiência compreensível e respeitosa. Por meio de atendimentos personalizados, visitas prévias ao plenário e materiais informativos acessíveis, o projeto garante respeito às vítimas.

O reconhecimento ocorreu durante a cerimônia de encerramento do Congresso, promovido pela Conamp (Associação Nacional dos Membros do Ministério Público), que reuniu integrantes da instituição de todo o país. A premiação reafirma o compromisso do MPMS com a inovação, a defesa de direitos e a atuação resolutiva em benefício da sociedade.

“A premiação dos projetos do MPMS é um marco importante, pois demonstra que iniciativas locais podem ganhar dimensão nacional quando unem inovação e compromisso social. O reconhecimento reforça nossa missão de oferecer respostas efetivas às demandas da sociedade e inspira novas práticas em todo o Ministério Público brasileiro”, declarou a Promotora de Justiça Renata Goya. (Por: Karla Tatiane)

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